Treviso (SC)
O som da natureza, a caminhada por trilhas e momentos de reflexão marcaram a celebração do Dia Internacional da Mulher para colaboradoras da Carbonífera Metropolitana. Na sexta-feira (6), profissionais da empresa participaram de uma programação de integração no espaço Colline Di Fiori, em Treviso.
Organizado pelo setor de Pessoas e Cultura, o encontro foi planejado como um momento de pausa na rotina e de valorização das mulheres que atuam na companhia.
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“A ideia foi proporcionar contato com a natureza, integração e reflexão. Pensamos em um dia para desacelerar, olhar para si e valorizar a trajetória de cada mulher que faz parte da nossa história”, afirma a gerente de Pessoas e Cultura da Metropolitana, Janaína Niero Mazon.
A programação começou com a dinâmica “Jornada da Vida”, realizada em meio à natureza. Durante uma caminhada até um bosque e uma nascente, as participantes foram convidadas a refletir sobre diferentes momentos da própria trajetória, desde a família de origem até escolhas relacionadas à vida pessoal, carreira, estudos e conquistas.
Ao longo da trilha, elementos encontrados na natureza foram recolhidos para simbolizar essas etapas. Em determinados pontos do percurso, porém, surgiu o convite para deixar algumas dessas representações para trás, em referência às mudanças e transformações ao longo da vida.
A proposta buscou mostrar que atravessar mudanças e deixar certas experiências pelo caminho faz parte da jornada.
Durante a atividade, a proprietária do espaço Colline Di Fiori, Siomara Floriani, também compartilhou reflexões com o grupo. “A gente só tem certeza do nascimento e da passagem. O que vivemos nesse caminho é nosso, por isso é importante priorizar aquilo que realmente importa”, afirma.
Após a caminhada e o almoço preparado no próprio espaço, a programação seguiu com uma oficina de aquarela conduzida pela artista Raquel Ávila. A atividade propôs um momento de expressão artística e conexão com o presente.
“A aquarela convida a sentir a água, o pigmento e o toque do pincel no papel. É uma técnica muito ligada à fluidez, porque a gente não controla totalmente a mancha. E a vida também é assim. Muitas coisas fogem do nosso controle e, muitas vezes, acabam sendo ainda melhores do que imaginávamos”, explica.
Para as participantes, a experiência também representou um momento de desacelerar e refletir sobre a própria trajetória.
“A trilha nos fez pensar sobre a nossa jornada de vida, lembrando da infância, dos amigos e das escolhas que fazemos ao longo do caminho. Estar nesse lugar, em meio à natureza, trouxe muita paz e nos permitiu desacelerar e nos desconectar um pouco da rotina para olhar para nós mesmas”, afirma a colaboradora Cinara Antunes Pagani.
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